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Cada versão da plataforma, em palavras simples.

v0.9.42Mais recente

Diga uma vez — cada pessoa ouve na sua própria língua

Uma única gravação chega agora a uma lista inteira de vizinhos, cada um na língua que lê, e pode escrevê-la em vez de a dizer ou escolher a voz com que sai. O botão de pânico pode ser apontado a um grupo e responde com o ecrã desligado, os transportes avisam antes de um horário terminar, e as páginas das organizações falam finalmente a sua língua.

  • Uma gravação, uma rua inteira, seis línguas

    A água vai ser cortada amanhã, a reunião mudou de dia, o código do portão é outro. Grave uma vez, assinale todos os que precisam de saber, e cada pessoa recebe a mensagem na sua língua, em voz e em texto. Também pode escrever em vez de falar: quando o barulho não deixa, quando o nome da rua é mais fácil de soletrar do que de dizer, ou quando não pode falar naquele momento. E escolhe a voz com que as suas mensagens saem: seis vozes prontas ou a sua. Cada língua soa agora como é falada aqui — português europeu, espanhol de Espanha, francês de França — e, se uma mensagem seguiu sem tradução, ambos os lados o veem dito.

  • Um botão de pânico que se aponta e que continua à escuta

    Escolha qual dos seus grupos de segurança é chamado pelo gesto no telemóvel — três toques no volume para baixo — e ele chega mesmo com o ecrã desligado e a aplicação fechada. O ecrã de bloqueio traz uma ação de SOS para quando o gesto não chega. O alerta parte com a posição que houver à mão e a posição exata segue-o em segundos; carregar duas vezes reabre o mesmo alerta em vez de tocar a todos de novo, e o seu próprio telemóvel já não toca a sirene na sua mão. A chave que fica no aparelho faz uma coisa só, pode ser revogada a partir de qualquer navegador e nunca viaja para um telemóvel novo dentro de uma cópia de segurança.

  • O telemóvel torna-se uma só consola

    Cada botão da barra inferior volta a ter o seu nome e não apenas um ícone; o menu e a barra por baixo fundem-se num painel de mosaicos de extremo a extremo, separados por linhas finas. Sobre o mapa, a pesquisa, as direções, a etiqueta do percurso e o diário de missões passam a ser uma só família de controlos em vez de três, e os painéis deslizam por cima da faixa de controlo. Os separadores dos dispositivos já não fogem para fora do ecrã.

  • Um horário a chegar ao fim passa a dizê-lo

    A saúde de um horário media há quanto tempo o tínhamos ido buscar — um hábito nosso, não do operador. Passa a medir o serviço que o horário ainda descreve: é assinalado quando lhe restam menos de sete dias de circulação, e não depois de as paragens já estarem vazias. Quando um operador deixou discretamente de publicar este verão, a verificação antiga manteve-se verde até as partidas desaparecerem; a nova teria avisado seis dias antes.

  • Páginas de organizações na sua língua

    Os horários, as características e o tipo de organização apareciam como etiquetas em inglês vindas em bruto da base de dados — os dias leem-se agora como dias e cinquenta e quatro características ganharam nome nas seis línguas. Um logótipo substituído aparece de imediato, em vez de o antigo ficar mais uma semana; logótipos e avatares de traço simples mantêm os contornos limpos em vez de serem desfeitos pela compressão de fotografia; e as organizações de demonstração já não escondem as verdadeiras na lista.

Também nesta versão

  • Quem visita sem conta chega agora ao barómetro europeu em vez de uma página vazia por trás de Governança — votar e propor continuam a depender de onde vive. O registo com Google passou a existir também na página de registo, e não só na de entrada. A página Sobre indica a versão da aplicação instalada no seu telemóvel ao lado da versão do site.
  • A secção Falar tem lugar próprio no menu e página própria na documentação, nas seis línguas, e todo o manual e a base de apoio apanharam as últimas semanas: botão de pânico, chamadas em salas, filiação em organizações, carteira, adoção de um router.
  • A proposta de criar a sua própria voz aparece agora onde acabou de usar a funcionalidade, com o progresso da recolha à vista. E fica dito com clareza: só as mensagens de voz alimentam essa recolha — uma conversa ao vivo, cara a cara, nunca.
  • Corrigido: criar uma campanha ligada a um anúncio seu falhava e deixava um duplicado para trás; um erro de formulário passa a indicar o campo em causa em vez de uma recusa geral; as competências nas definições de anúncios adicionam-se a partir de um seletor e não de uma parede de vinte e seis linhas. Atualizações de segurança nas fundações do site fecham várias falhas graves, entre elas uma que podia expor os dados da página de um visitante a outro; e um leitor de vídeo que tinha passado silenciosamente a uma moldura simples voltou a funcionar.
v0.9.41

Duas línguas, um telemóvel — e as chaves ficam consigo

As mensagens de voz chegam agora na língua de quem as ouve, e um modo ao vivo transforma um único telemóvel num tradutor para duas pessoas à mesma mesa. As organizações atribuem os seus próprios papéis sem nós pelo meio, o seu router ganhou uma página própria com o registo de quem lhe mexeu, e cada fonte de dados indica quem a publica e em que termos.

  • Fale na sua língua, seja ouvido na dele

    Grave uma mensagem de voz na sua língua: quem a recebe ouve-a na dele e vê os dois textos lado a lado. Com o seu consentimento, pode até ser dita na sua própria voz — um consentimento que pode retirar a qualquer momento, o que apaga a voz e as gravações que lhe deram origem. Há também um modo ao vivo para duas pessoas à mesma mesa: pouse o telemóvel entre ambos, a metade do ecrã do convidado está ao contrário, cada lado escolhe a sua língua e fala à vez. De uma conversa ao vivo não fica nada — nem texto, nem áudio. Trinta minutos por mês, gratuitos.

  • Uma organização gere os seus próprios membros

    Convidar alguém, aceitar um pedido de adesão, promover ou despromover — tudo a partir da página de membros da própria organização, sem nós pelo meio. Uma promoção é proposta e tem de ser aceite, nunca atribuída nas costas de ninguém, e ninguém pode conceder autoridade acima da sua. A adesão é por convite, salvo se a organização se abrir, pelo que um estranho já não se inscreve sozinho numa lista de membros. Os operadores de transporte têm o mesmo: o despacho, as linhas e os turnos pertencem à organização do operador e não a uma conta pessoal. E as denúncias de conteúdos chegam a uma fila de moderadores nomeados, sem exigir acesso administrativo completo.

  • O seu router numa página só — e as chaves são suas

    O cartão do dispositivo perdeu o menu de dez itens que ninguém sabia nomear. Ficaram dois botões: mostrar a palavra-passe do WiFi (com um código QR para ligar pela câmara) e Gerir, que abre uma página completa onde cada definição explica em palavras simples o que faz. A página mantém um registo do que foi alterado no seu equipamento e por quem, para que emprestar a administração deixe rasto. E reclamar um router deixou de dar ao apoio um acesso permanente e silencioso: a ajuda é sua para conceder — e sua para retirar.

  • O perfil tornou-se um painel de instrumentos, e uma pessoa está a um toque

    Um perfil público já não mostra nove botões em quatro estilos e três filas. Os contadores leem-se como valores, as ações estão agrupadas pelo que fazem — contacto, confiança, negócio — e denunciar ou bloquear passaram para uma fila discreta no fim da página, que é onde pertencem. As pessoas que conhece estão agora acessíveis a partir do menu do site em qualquer lado: primeiro os parceiros, os restantes a partir da segunda letra. E, no ecrã de envio da carteira, pagar a um parceiro está a um toque. O perfil mostra também os rostos de quem o verificou.

  • De onde vêm os dados e o que podemos retransmitir

    Uma página — Sobre → Fontes — reúne todas as fontes externas de que a plataforma depende, incluindo as de transportes, cada uma com a licença tal como o editor a declara. Quando o editor não declara nenhuma, a página di-lo em vez de deixar um espaço em branco. E deixámos de retransmitir fluxos que ninguém nos autorizou a retransmitir: dezasseis de dezassete passam a servir apenas o nosso mapa, os percursos e as horas de chegada. Uma licença que apenas existe não é uma autorização.

Também nesta versão

  • Corrigir a sua marca de espera numa paragem já não responde com um erro: os toques são imediatos e tantos quantos quiser, e o mapa acompanha. A página de convite mostra agora quantas das pessoas que trouxe criaram raízes na rede de confiança — e há uma conquista para isso.
  • Routers em malha: a rede privada de cada proprietário tem agora a sua própria palavra-passe gerada e liga apenas os seus próprios nós, por um túnel cifrado em vez de uma única rede local partilhada. Um nó sem ligação própria à internet sai pela VPN de quem o acolhe, nunca pelo endereço dessa pessoa. Os textos legais e o aviso aos convidados foram reescritos para descrever exatamente isto, incluindo a afirmação clara de que a ligação rádio é um meio partilhado.
  • A aplicação Android saiu dos testes e está no Google Play, com uma família de ícones redesenhada que segue o tema do próprio sistema; o convite do navegador para instalar aponta agora para lá, em vez de instalar uma aplicação web que guardaria a semente da carteira no browser. No chat aparecem agora a sua fotografia de perfil e um nome limpo, em vez do endereço impresso duas vezes.
  • Corrigido: editar qualquer campo do seu anúncio deixou de o deslocar até meia centena de metros — o proprietário edita agora o ponto verdadeiro e não a grelha de privacidade que os outros veem. Ao criar um anúncio, a sua casa e as suas organizações são oferecidas como local num toque. Os marcadores de routers no mapa deixaram de se sobrepor em zoom próximo. As recompensas no menu mostram o total em satoshis em vez de uma mera contagem. Uma pesquisa de pessoas duplicada, que não respeitava a visibilidade dos nomes, foi removida — a pesquisa é agora uma só, e nela os bloqueios e os nomes ocultos são respeitados.
v0.9.40

Chamadas dentro das conversas e a navegação ao alcance do polegar

As salas de grupo ganharam chamadas de voz e vídeo sem sair da conversa, a barra de navegação passou para o rebordo inferior no telemóvel, a ideia de um residente passa agora sozinha a votação, e a carteira explica como trocar euros por bitcoin a partir de Portugal.

  • Chamadas dentro das salas de conversa

    Uma sala de grupo tem agora botões de chamada: todos os presentes entram na mesma chamada de voz ou de vídeo, sem ligação para enviar nem aplicação à parte. As chamadas individuais feitas a partir de outras aplicações Matrix também passaram a ligar-se — inclusive em redes móveis onde antes falhavam sem dizer nada — porque a plataforma passa a essas aplicações um retransmissor próprio.

  • A barra de navegação mudou-se para o seu polegar

    No telemóvel, a barra fica agora junto ao rebordo inferior, e tudo à volta foi refeito em conformidade: os painéis do mapa assentam por cima da barra em vez de se esconderem por baixo, o menu abre para cima, e a barra afasta-se quando o teclado aparece. Deslizar ao longo dela para escolher uma secção responde com um toque curto — nos iPhone pela primeira vez. Nos tablets e computadores nada mudou.

  • A ideia de um residente pode tornar-se votação por si só

    Propor algo para a sua freguesia, o seu município ou a sua região já não depende do aval de ninguém. O apoio necessário acompanha agora a dimensão do território — três vizinhos numa freguesia pequena, 5% dos residentes onde há mais — e, ao ser atingido, a ideia transforma-se sozinha numa consulta, levando o seu texto tal e qual. A moderação pode continuar a retirar uma consulta, mas já não decide que ideias merecem uma.

  • Euros à entrada e à saída, com os custos reais

    Uma nova página na carteira reúne todos os caminhos honestos entre euros e bitcoin a partir de Portugal, e quanto custa cada um: casas de câmbio licenciadas, trocas entre pessoas sem qualquer conta e dinheiro em mão. Há também uma parte sobre dispensar a troca por completo — carregamentos de telemóvel, cartões-presente, pagar aos membros em sats. E o primeiro ecrã da carteira explica finalmente o que é um satoshi, com a cotação de hoje para dar sentido ao número.

  • Uma reputação que também se pode perder

    A reputação foi refeita por dentro. Não fazer nada deixou de valer mais do que neutro — um perfil com dívidas por pagar e sem um único contrato concluído era tido como fiável. Desistir de um acordo depois de o assinar passa a contar contra si. As avaliações pesam quantas são e não apenas a média, pelo que três cincos de amigos deixam de ser um historial perfeito. E o tecto de cada dimensão tornou-se alcançável, para que o esforço nas partes difíceis se veja.

Também nesta versão

  • Os tempos de chegada em direto deixam de vir de um veículo cujos dados pararam de chegar: um autocarro que se calou continuava a mostrar uma hora em direto — e demasiado otimista. Os anúncios noutra língua abrem agora de imediato, sem esperar pela tradução.
  • Na aplicação Android, todos os botões de exportação passam finalmente a guardar o ficheiro — cartão Para-ID, chaves PGP, arquivos de dados e de migração, provas de contrato, tabelas da carteira e dos sensores — através da folha de partilha do sistema (a partir da versão 5 da aplicação). E as notas de versão que perdeu durante uma atualização aparecem-lhe na visita seguinte.
  • Para-ID: a folha para imprimir traz guias de corte em todos os rebordos, e a página diz agora abertamente quem vê a fotografia do cartão, com um registo de quem a abriu. A página de uma organização liga diretamente às suas próprias votações.
  • Corrigido: texto amarelo ilegível em 22 ecrãs, um único dourado para as estrelas de avaliação, a página de convite que rebentava em todas as visitas, categorias sem subcategorias que não podiam ser escolhidas, e cerca de 25 palavras na variante errada do português. Os nomes reservados pela plataforma passam a dizê-lo em vez de responderem que o utilizador não existe. Duas verificações de acesso ficaram mais apertadas: ao aderir sozinho a uma organização já não é possível atribuir-se um nível de sócio, e o registo de um localizador GPS pertence apenas ao seu dono.
v0.9.39

Tudo na sua língua e perfis em @onome

Os anúncios, as ideias cívicas e a publicidade chegam agora traduzidos para a sua língua, com o original do autor a um toque de distância. As páginas de perfil mudaram-se para @onome, os cartões do mercado dizem ao que vêm, e pode publicar eventos em nome da sua organização.

  • Tudo na sua língua

    Os anúncios do mercado, as ideias cívicas e a publicidade escritos noutra língua chegam agora traduzidos para a sua, com um pequeno distintivo a dizê-lo e um toque para ler as palavras originais do autor. A tradução nunca toca no texto das votações — uma consulta é sempre votada na sua própria formulação.

  • O seu perfil vive agora em @onome

    As páginas de perfil passaram de /u/nome para /@nome — o endereço lê-se como uma pessoa e coincide com a sua identidade no chat. Todas as ligações antigas continuam a funcionar: marcadores, notificações, mensagens de chat e crachás QR impressos são reencaminhados sozinhos.

  • Cartões de mercado que dizem ao que vêm

    Um anúncio mostra agora a sua direção pela estrutura e não apenas por uma palavra: as ofertas e as procuras têm a sua própria barra de cor, e uma procura sem fotografia é desenhada como um espaço vazio, não como uma imagem em falta. A etiqueta oferta/procura e a categoria passaram a ser filtros — toque numa delas para estreitar a lista. Numa procura, o valor chama-se finalmente orçamento e não preço de venda. A tecla Esc fecha um anúncio e devolve-o à lista com os filtros intactos.

  • Eventos em nome da sua organização

    Se é dono de um lugar ou pertence a um, pode agora publicar um evento em nome dele — o cartão e a página creditam primeiro a organização e depois a si. Escolher o local também ficou mais fácil: os seus imóveis e estabelecimentos aparecem como fichas por cima do mapa e, ao tocar numa, o mapa voa para lá e marca o ponto. As categorias de eventos leem-se agora na sua língua.

  • Publicidade que se consegue gerir

    As campanhas podem ser editadas depois de criadas, duplicadas para um novo rascunho e arquivadas depois de vistas — a recompensa e o orçamento continuam editáveis até à primeira visualização. O financiamento não precisa de configuração: a sua carteira Parahub no navegador é a opção por omissão. Um contador verde no botão Menu mostra quantas recompensas esperam por si, e as suas próprias campanhas aparecem como pré-visualização em vez de lhe oferecerem a sua própria recompensa.

Também nesta versão

  • Toda a árvore de categorias lê-se agora também em francês e alemão, e as etiquetas portuguesas e espanholas voltaram à capitalização normal.
  • Arrumação no perfil: a sincronização da carteira entre dispositivos é agora um cartão ilustrado no seu perfil, enquanto os utilizadores bloqueados, os dados e privacidade e a migração de conta passaram para as definições avançadas. As linhas do histórico da carteira ganharam marcas coloridas que identificam o tipo de operação num relance.
  • Corrigido: as caixas de diálogo já não ficam por baixo da barra superior, o realce deixou de tornar o texto amarelo invisível, os nomes de categoria longos já não transbordam dos cartões, e o marcador da sua posição no mapa mostra a direção real do movimento e um raio de precisão honesto.
  • A ligação de uma carteira Lightning externa por parte dos anunciantes está suspensa até haver parecer jurídico — pagar a partir da carteira Parahub no navegador mantém-se inalterado. O cartão Para-ID imprimível ficou mais legível em impressoras domésticas e pode incluir a sua categoria de associado.